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MENTORIA

Aprender a construir você mesmo — e ter o que mostrar depois.

Para quem não quer terceirizar: você constrói, dentro da sua própria operação e no seu ritmo, e eu corrijo a rota. No fim, o sistema é seu, o aprendizado é seu, e o trabalho leva o seu nome.

CONVERSA INICIAL SEM COMPROMISSO

SE VOCÊ SE RECONHECE AQUI

Competência que ninguém vê não vira oportunidade

A mentoria nasceu de três situações que eu vi se repetirem — e que raramente são problema de capacidade técnica.

  • 01

    Você resolve, mas não consegue mostrar

    O problema foi resolvido, a operação melhorou, e seis meses depois ninguém lembra que foi você. Sem registro do antes, do depois e da decisão no meio, o seu trabalho vira folclore — e folclore não entra em avaliação, em promoção, nem em entrevista.

  • 02

    Você sabe o que fazer, mas trava na construção

    A ideia está clara na sua cabeça. O que falta é a ponte até a coisa rodando: por onde começar, o que ignorar, como ligar no sistema que a empresa já usa sem quebrar nada. Curso ensina a ferramenta; ninguém ensina a travessia.

  • 03

    Você depende de alguém para cada passo

    Toda mudança vira chamado para o fornecedor ou para o time de dados. Enquanto for assim, o ritmo do seu trabalho é o ritmo da fila dos outros.

COMO FUNCIONA

Você constrói. Eu corrijo a rota.

Não é aula gravada e não é curso com exercício de mentira. O material da mentoria é um problema real da sua operação, do começo ao fim.

  1. ETAPA 01

    Escolher o problema certo

    Começamos pelo que dói e cabe: grande o suficiente para alguém perceber quando resolver, pequeno o suficiente para você terminar. Escolher errado aqui é o motivo número um de projeto que não acaba.

  2. ETAPA 02

    Construir com revisão no meio

    Você põe a mão, eu reviso enquanto está sendo feito — não só no fim. É nessa revisão que entram as decisões que ninguém documenta: o que não automatizar, onde exigir aprovação humana, quando parar.

  3. ETAPA 03

    Medir antes e depois

    Sem medição, você entrega uma sensação. Com ela, entrega um fato. Definimos o número junto, e também o que ele não prova — que é o que separa quem apresenta de quem é levado a sério.

  4. ETAPA 04

    Registrar para poder mostrar

    No fim, você tem o sistema rodando e o caso escrito: qual era a dor, o que você fez, o que mudou e o que ficou aberto. Esse registro é o que você leva para a reunião, para a avaliação e para a próxima oportunidade.

DOIS FORMATOS

Individual ou em grupo

A escolha depende do que você quer no fim: avançar na sua própria trajetória ou subir o nível de um time inteiro ao mesmo tempo.

  • Individual

    Encontros focados no seu contexto, no seu problema e no seu momento profissional. Além da construção, a gente trabalha como transformar o que você faz em algo demonstrável — portfólio, registro de resultado e a forma de apresentar isso dentro e fora da empresa. É o formato de quem quer crescer e passar a ser reconhecido pelo que entrega.

  • Em grupo

    Para times e grupos que querem a mesma linguagem e o mesmo critério. Cada pessoa traz um problema da sua área, e a revisão acontece com todos presentes — o que faz cada um aprender também com o caso do outro. Sai um padrão comum de como construir, medir e documentar.

A frequência e a duração são combinadas no começo, de acordo com o seu ritmo e o tamanho do que você escolheu construir.

O MESMO MÉTODO, EM OPERAÇÃO

Os casos do site nasceram exatamente assim

Cada página de projeto segue a estrutura que eu ensino na mentoria: a dor de antes, o que foi feito, o que mudou e — a parte que quase ninguém escreve — o que ainda não foi provado. É esse formato que faz um trabalho técnico ser levado a sério por quem decide.

Ver os projetos →

COMO COMEÇAR

Me conte de onde você está partindo

A conversa inicial é por WhatsApp e já abre com algumas perguntas. Não é burocracia: é para eu responder com algo útil sobre o seu caso logo na primeira mensagem, em vez de marcarmos uma call para descobrir o básico.

  • —Seu nome
  • —Cargo e área em que trabalha
  • —Formato que procura (individual ou em grupo)
  • —O que você quer construir ou destravar
  • —Qual o seu objetivo profissional com isso